Trata-se de uma Releitura de Tarsila pintada em 1925, abaixo uma critica da obra da epoca.
Mas de sua produção de 1925, como diz Geraldo Ferraz, 'tem coisas que ficam na sensibilidade de quem tinha visto os quadros de dona Tarsila. Assim é esse admirável La Gare [P080], com uma geometrização da realidade viva, quadro que é um flagrante duma estação que nunca existiu, mas de onde ninguém quereria partir.E também Passagem de nível, de 1925, é um prolongamento da fascinação das locomotivas, dos trilhos, dos sinais luminosos, essas coisas que o burguês entendido em coisas de arte acha tão banais para ocuparem uma tela...'." Ferraz, Geraldo. A Exposição de pintura de amanhã. Diário da Noite, São Paulo, 16 set. 1929. Apud Amaral, A. 2003b, p. 208-209.
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